29 de set. de 2011

Que sacanagem eim Homer


vai dizer que vc nunca pensou em fazer isso tbm??
hehehehe

Solução para refrigerar placa com garantia

1. Acrilico com furação para receber um FAN de 80mm.
2. Espelho de uma placa pifada de não sei o que, com suporte de parafusos.
3. FAN de 80mm de uma fonte tambem pifada.
4. Fixação do conjunto todo ao espelho PCI do painel traseiro.
5. Ligação elétrica por molex na fonte.

Ficou assim:

14 de set. de 2011

Controlador Cooler (fan) 3 Canais

Controlador de Cooler 3 canais ja montado em um gabinete.




Esquema elétrico


Para quem não gosta do barulho excessivo provocado por cooler's auxiliares em seus gabinetes proponho uma redução em sua rotação, rpm, provocando consequentemente uma redução no ruído emitido, para isso basta utilizar esse controlador de cooler de 3 canais.
Com ele você consequirá controla até três cooler's independentemente, segue em anexo esquema elétrico em formato Multisim 8 e o layout para a confecção da palca de circuito impresso  formato Traxmaker, que se trata de um Software incluso no Circuit Maker 2000.
Qualquer dúvida postem aqui!!
Link para download:
Controlador Cooler 3 canais.rar

Otimizando performance cooler stock




Introduzindo...

- Basicamente, Cooler = Resfriador. Então, diferente do que alguns pensam, um cooler, não é uma ventoinha e sim o item utilizado como refrigeração, que pode ser apenas um dissipador ou um dissipador com ventilador, ou mesmo um bloco onde a água circula (em um sistema de WaterCooler).

- O principio do cooler é resfriar uma fonte de calor, como por exemplo o processador, também pode ser utilizado em ChipSet's, Chip's de VGA, Northbridge, Southbridge ou até memórias. Todos estes chips, são resfriados pelos mais variados coolers, às vezes passivos, como alguns ChipSets que tem somente um dissipador de calor. Estes coolers passivos, são apenas constituidos de um dissipador de calor, sem um FAN auxiliar para a sua refrigeração, e estes são refrigerados apenas pela circulação interna de ar do computador.

- Muitos perguntam a finalidade de um lapping e se tem um efeito significativo. O principio do lapping é aumentar a área de contato do dissipador de calor com o processador. Normalmente, os coolers são adquiridos com dissipadores de base lisa, porém raramente as bases destes dissipadores são realmente bases bem polida, deste modo, é impedido o contato perfeito do dissipador com o núcleo gerador de calor. Então a finalidade principal de um lapping é aumentar o desempenho de um dissipador de calor através de uma série de processos para polir e deixar a superfície completamente lisa, sem fissuras nem falhas. A grande maioria dos coolers, mesmo os mais atuais e considerados de maior performance, não costumam vir com a base do dissipador completamente polida, então esta técnica também se aplica sobre eles.

- O uso da técnica do lapping em seus dissipadores não retira a necessidade do uso de uma boa pasta térmica. A combinação perfeita para aumentar o rendimento do seu dissipador é um bom lapping seguido do uso de uma boa pasta térmica em pouca quantidade. Isso pode diminuir, e muito a temperatura dos seus periféricos e conseqüentemente, aumentar a vida útil dos mesmos, possibilitando pequenos overclock’s em torno 10%.
- Explicarei basicamente, como se pode fazer um lapping com soluções caseiras e baratas, sem uso de equipamentos profissionais. Deste modo, esta técnica pode ser utilizada por todos e com um baixo custo. O alvo para esta demonstração é o dissipador de um athlon x2 5600 +.




- Cooler AMD K8 Stock




- Serão necessários alguns itens, como lixas de grãos variados (400, 600 e 1200), massa de polir n° 2 (encontrada em loja de tintas), Silvo (polidor líquido para prata) e flanela.




- Cooler Stock, superfície áspera.




- Será necessária uma área de trabalho bem lisa e reta, como por exemplo, pia, mármore ou uma chapa de vidro, onde será iniciado o processo de lapidação com lixa 400.



- Vamos começar a "lapidar" a base do dissipador com o uso da lixa 400, com ela podemos tirar as imperfeições encontradas na base, como pequenos riscos e marcas.

* Para que seja mais fácil de segurar a lixa durante o desbaste inicial, molhe um pouco a superfície utilizada, assim a lixa deve ficar presa como uma ventosa, facilitando o manuseio do dissipador sobre a mesma (pode não ajudar muito dependendo da superfície).

* Molhe também a superfície da lixa com água e comece esfregando o dissipador em movimentos circulatórios segurando a lixa. Sempre limpe o dissipador com água entre um passo e outro.

* Mantenha a lixa sempre molhada e retire os vestígios que podem acumular como conseqüência do desbaste do material. Assim evita-se de arranhar a base do dissipador acidentalmente.

* Evite utilizar muita força ao esfregar o dissipador, assim evitando rasgos na lixa e etc.
* Siga este passo por cerca de uns 5 minutos, ou até que a base fique bem homogênea e inteira lixada e plana.




-
A base deve ficar homogênea, com um aspecto fosco e aparentemente bem riscado.

- Repita o passo anterior com a lixa de grão 600. Desta vez, lixe por cerca de 10 minutos com pausas para descansar.






A base deve ficar com este aspecto:




Agora, com a lixa 1200, repita novamente o passo, porém com maior persistência, lixando durante cerca de 15 minutos, com algumas pausas. Deve ficar com um aspecto fosco e bem pouco riscado.


- Utilize um pouco de detergente liquido para facilitar o inicio do ultimo processo, lixa 1200.







- A partir desse ponto utilizamos massa de polir, que quando bem trabalhada apresenta resultado excelentes dispensando até mesmo o uso do polidor de prata (Silvo).







- Resultado final, superfície plana como um espelho com excelente superfície de contato e consequentemente absorção de calor.










Conclusão:
Testes comprovaram um aumento na eficiência de dissipação de calor do cooler stock quando bem lapidado, reduzindo em média 5° C a temperatura do processador .
Confira as fotos do teste:
Com cooler stock áspero



Com cooler stock lapidado plano



Fonte: tomshardware.com

Curiosidades sobre overclock - Os 07 Maiores Mitos



Para os menos familiarizados com o termo, overclock é a arte de ajustar um ou mais componentes do computador, como o processador por exemplo, a fim de fazê-lo rodar em uma especificação maior do que o avaliado pelo seu fabricante.
Agora você me diz: Como isso é possível? Cada peça de um computador produzido por empresas como a Intel e a AMD são testados e aprovados para uma determinada velocidade. No entanto, a maior parte delas são depreciadas para uma margem maior de confiança. Aqui é onde entra em jogo o overclock.
Overclock é simplesmente aproveitando o grande potencial que existe para uma determinada peça, mas que o fabricante não está disposto a dar garantia com ela trabalhando nessas especificações ou como acontece em muitos casos, pegam o mesmo produto e lançam com vários clocks diferentes para atender uma parcela maior do mercado ou vários públicos alvo.
Ao longo dos anos, ouvimos de tudo. Segundo alguns, o overclock poderia muito bem ser o fator mais importante por trás do aquecimento global. Outros alegaram que overclockar um computador não só vai diminuir a vida útil do seu processador, mas também de seu dono ... Brincadeira à parte, que recebemos rotineiramente todos os tipos de perguntas de nossos usuários sobre overclock. Através disso, identificamos alguns erros chave que as pessoas têm quando o assunto é overclock. Nós pensamos que seria interessante compilar uma lista dos maiores erros e tentar desmistifica-los.
Sem mais delongas, apresentamos a vocês o nosso top 7 mitos sobre overclock:

1- Overclock é aumentar a velocidade do processador

Muitos recém-chegados ao overclock fazem o erro de se concentrar demasiadamente no seu processador e esquecer que o overclock é uma equação que contém múltiplas variáveis. Colocar um sistema de refrigeração adequada no local, ajustando a alimentação fornecida para os componentes, o acompanhamento dos seus resultados com as ferramentas certas e fazer as pesquisas necessárias são passos críticos no caminho para o sucesso e overclock seguro. É também muito importante verificar se outros elementos-chave do computador são capazes de lidar com as novas especificações que o sistema irá trabalhar. Por exemplo, se você está pensando em fazer um overclock na velocidade do barramento e mantendo a memória sincronizada , certifique-se que você está usando uma memória que consiga trabalhar em tal velocidade. Se você é um gamer, você também pode querer olhar para o overclock da GPU para obter máximo desempenho.


2- Overclock é perigoso e vai fazer seu computador explodir



A aceleração da freqüência de operação de um componente de hardware vai aumentar a produção térmica de uma forma linear, enquanto a tensão fará com que o calor gerado aumente como um foguete. Se mal administrado, estes aumentos de temperatura podem causar danos físicos permanentes aos componentes ou até mesmo a "morte por calor". Dito isto, seu computador, em geral mostram sinais de mau funcionamento, tais como falhas ou travamentos, muito antes que algo dramático aconteça o que lhe dá a chance de fazer os ajustes necessários.
Normalmente os Componentes também são equipados com sensores térmicos que irão acionar um mecanismo regulador de pressão ou até mesmo um desligamento completo quando o nível de calor for muito alto. Adicione a isso o fato de que você é um overclocker responsável e que vai fornecer resfriamento suficiente ao seu sistema, e você pode continuar com seu negócio de overclock sem medo de explosões.

3- O superaquecimento é o único efeito colateral de overclock

Superaquecimento recebe a maior parte da atenção no que diz respeito aos efeitos colaterais de overclock. No entanto, incorreção funcional é muito mais prevalente e muitas vezes esquecido efeito colateral de overclock. Como um componente overclockado opera fora das condições de operação do fabricante recomenda, o overclock pode criar erros imprevisíveis que podem levar à instabilidade do sistema e perda de dados. Embora seja quase impossível para uma pessoa comum testar exaustivamente a funcionalidade de um componente, "testes de estresse", alguns softwares podem ser uteis como por exemplo: Everest e o Prime95. Esses softwares ajudam na detecção de possíveis erros e instabilidades do sistema.

Sistema de refreigeração otimizado

4- Não existe uma receita universal para overclock

Verdade seja dita, overclock é tentativa e erro, e pronto. A razão para isso é simples - todos os componentes de hardware são diferentes. Cada componente tem seus limites originais e se comportam de maneiras diversas, dependendo de sua configuração e do ambiente em que atua. Mesmo dois processadores originários do mesmo processo de fabricação, com exatamente as mesmas especificações no papel, pode trazer resultados conflitantes na prática. Por exemplo, um pode ser estável a uma taxa de clock mais altas do que os outros com a mesma tensão. Isso significa que você deve sempre ser cauteloso ao ler sobre overclock e recomendações para seu hardware ou quando se comparam com resultados de outras pessoas. Nada bate exatamente em duas situações diferentes.

5- Overclock permitirá que você se aposente mais rico

Um benefício conhecido de overclock é que você pode comprar um componente de desempenho inferior, mais barato e através do overclock atingir o desempenho superior de um componente mais caro. No entanto, as pessoas muitas vezes esquecem que overclock incorre em custos novos que podem ou não compensar esse dinheiro economizado. Por exemplo, você pode precisar comprar um cooler de alta performance ou adquirir um sistema de refrigeração líquida, a fim de melhor lidar com o calor gerado pelo seu componente overclockado. Também deve ser dito que overclock resulta em maior consumo de energia, que por sua vez pode aumentar a sua conta de energia. No fim das contas, você deve considerar overclock mais como um hobby do que um investimento.

6- Os fabricantes proíbem a pratica de overclok

Na verdade, não há absolutamente nenhuma lei contra overclock. Na verdade, o overclock é por vezes oferecido como um serviço legítimo ou recurso para os consumidores, fabricantes e varejistas. Vários fabricantes oferecem mesmo com overclock de fábrica versões de seus componentes de hardware, com garantia incluída, que pode ser uma solução atraente para os entusiastas buscando um melhor desempenho, que ainda inclui proteções de garantia. Entretanto, deve-se dizer que esta não é uma prática universal. Muitos fabricantes anula sua garantia se detectar defeitos causados por overclock. Mesmo que a constatação disso seja muito difícil, nós recomendamos que você leia a política de garantia do fabricante antes de qualquer tentativa de overclock. Apenas no caso.

7- Apenas especialistas em computadores devem se interessar por overclock

Muitas pessoas ao entrar em contato com o termo overclock pela primeira vez, se sentem meio perdidas. Se for esse o seu caso, lembre-se que cada especialista foi um novato em algum dia. Apenas vá com calma, faça sua pesquisa, se familiarize com as ferramentas e envolva-se em comunidades sobre o assunto tais como www.overclockers.com, overclockmt.blogspot.com e www.extremeoverclocking.com - o resto se seguirá. Isso sem mencionar que você deve ir devagar! É altamente recomendável que você se aproxima do overclock com passos de bebê. Tente mudar a sua velocidade de barramento em 5% a 10% e observe como vão as coisas. Se isto funcionar, tente um pouco mais alto. Se não, dê um passo para trás. Faça o que fizer, certifique-se de se divertir! Overclock pode ser um hobby envolvente e altamente recompensador, que permitirá que você ganhe o valioso conhecimento sobre o sistema e os computadores em geral.

 Mais aqui  : http://overclockmt.blogspot.com/search/label/Curiosidades

3 de set. de 2011

Como funcionam os sistemas de refrigeração a líquido .Water Cooler


Conhecidos por muitos como “coolers de água” ou “sistemas de resfriamento à base d’água”, os sistemas de refrigeração a líquido são produtos raros. Não que as fabricantes não tenham interesse ou mercado para comercializar este tipo de produto, mas pelo simples motivo de que, ao menos no Brasil, este tipo de tecnologia chega com valores abusivos.
Aos que nunca sequer ouviram falar neste tipo de sistema de refrigeração, vale a pena fazer uma pausa antes de entrarmos no quesito funcionamento. Os “coolers à base d’água” são componentes essenciais em computadores em que a temperatura do processador é elevada. Vale frisar que a palavra “elevada” não é aplicável a computadores em que a temperatura está acima do normal por motivos de desgaste da ventoinha ou desgaste da pasta térmica.
Sistema de refrigeração a líquido
Os sistemas de refrigeração a líquido são recomendados para computadores em que a ventilação do gabinete não é boa o suficiente e, principalmente, para consumidores que adquiriram computadores com configurações de alto nível (entenda processadores e placas de vídeo de última geração).
Evidentemente, há outros benefícios além da redução de temperatura. O resfriamento à base de líquido reduz o nível de ruído consideravelmente, justamente porque não existe uma ventoinha ativa o tempo todo. Além disso, por conseguir refrigerar o processador de forma mais eficiente, este sistema prolonga a vida da CPU e garante a execução de tarefas com maior eficiência (visto que altas temperaturas costumam prejudicar o desempenho do PC).

E assim seu processador fica bem frio...

Como você pôde reparar no infográfico, um sistema de refrigeração a líquido não possui muitos componentes. Vale salientar, no entanto, que existem diferentes modelos para realizar esta função. São diversas fabricantes, versões semelhantes do mesmo produto e, ainda, diferentes métodos de funcionamento. Claro que não podemos abordar cada sistema separadamente, por isso realizamos este artigo com base nos modelos mais comuns.
Um sistema de refrigeração pode ter dois ou mais componentes, mas o que vamos abordar conta com cinco itens principais. O primeiro deles é a bomba integrada. Esta peça vai instalada em cima do processador, encobrindo-o totalmente e mantendo outros componentes escondidos. A bomba integrada serve para puxar e empurrar o fluido que vai refrigerar a CPU.
Visão da parte inferior da bomba integrada
Abaixo da bomba integrada temos um dissipador, também conhecido como “prato frio”. Este item funciona de forma idêntica aos dissipadores comuns, mas não tem o mesmo tamanho. O objetivo deste dissipador é “puxar” o calor do processador. Apesar de parecer uma tarefa complexa, o dissipador não precisa realizar absolutamente nada.
Dissipador
O “prato frio” não passa de um pedaço de metal que segue as leis da física. Basicamente, o que vai ocorrer é que a CPU vai esquentar muito e, com isso, o calor vai se espalhar até que a temperatura atinja um ponto de equilíbrio. Todavia, o processador não mantém o calor para si e compartilha com o fluido que está encostado, quase que diretamente, nele.
O líquido aquecido, então, precisa ser afastado do processador e para realizar tal tarefa a bomba integrada deve entrar em ação. A bomba empurra a solução, com temperatura elevada, para longe do processador. O fluido é guiado pela mangueira até o radiador (também conhecido como trocador de calor).
Mangueiras conectadas ao radiador
O radiador é uma peça bem comum, presente em carros, geladeiras e outros tantos produtos. E que tem uma função importante: trocar calor entre a solução e o ar. Nos computadores a função é a mesma, de modo que o fluido que entra no radiador — através dos tubos — é resfriado para então retornar ao processador.
Acontece que nem sempre o radiador consegue refrigerar o fluido, visto que esse resfriamento está condicionado ao tamanho do radiador e à temperatura do líquido. Nestes casos, alguns sistemas de refrigeração a líquido ativam uma ventoinha no gabinete — ou acoplada ao radiador —, a qual ajuda a empurrar (caso ela esteja na parte frontal do gabinete) ou puxar (se estiver instalada na parte traseira) o ar quente para fora.
Ventoinha junto ao radiador para empurrar o calor para fora
Depois que a temperatura da solução voltou ao normal, o radiador direciona-o pela mangueira até a bomba integrada. Esta puxa o líquido para cima do processador, o qual vai esquentar o fluido novamente. E assim o ciclo se repte sucessivamente.
Só para esclarecer, este processo não é tão demorado quanto parece. Ele é contínuo, pois a quantidade de fluido no sistema de refrigeração é suficiente para que enquanto certa quantia está saindo do processador, outra já esteja chegando.
Nota: alguns sistemas de refrigeração a líquido contam com um reservatório, o qual serve para manter parte do fluido armazenada, possibilitando que o radiador tenha mais tempo para refrigerar a solução líquida.

Uma parte é água

Os chamados “water coolers” ou “coolers de água” recebem este nome por utilizarem a água como elemento principal para refrigeração dos componentes. No entanto, as soluções utilizadas nos sistemas de refrigeração, em geral, possuem determinada porcentagem de outros elementos químicos.
Alguns sistemas necessitam de substituição do líquido
Nem todas as fabricantes revelam o tipo de aditivo que utilizam, mas sabe-se que existem sistemas com propilenoglicol e outros com agentes anticongelantes e anticorrosivos. Estes componentes extras servem para que a água não ferva (em casos de altíssimas temperaturas), não perca sua composição mais pura e também para melhorar a temperatura mínima — de modo que o fluido não congele em casos de refrigeração acima do necessário.
Além deste fluido padrão, existem versões para melhorar o resfriamento de outras maneiras. No site Koolance há um líquido refrigerante preparado para conduzir pouca eletricidade, segundo a fabricante, este produto é recomendado em alguns casos, pois apesar de evitar problemas com a energia elétrica, ele não refrigera um pouco menos que os produtos comuns.
Vale salientar, no entanto, que nem mesmo água, tampouco o fluido como um todo são os únicos responsáveis pelo resfriamento do processador. O dissipador, o radiador, a bomba e até mesmo os tubos são preparados para manter as mais baixas temperaturas. Deste modo, a “água” é apenas o condutor que vai retirar o calor do processador.
Detalhe: os sistemas de refrigeração a líquido que necessitam de substituição do fluido devem sofrer uma manutenção a cada dois ou três anos, pois após este período a solução já não deve ter a qualidade reduzida drasticamente.

Refrigeração em mais componentes

Os sistemas de refrigeração a líquido ficaram muito modernos. A princípio a funcionalidade era resfriar apenas a CPU, todavia, com o surgimento de placas de vídeo mais potentes, as fabricantes adaptaram os produtos para que eles pudessem refrigerar as VGAs também.
Obviamente, para utilizar esse tipo de solução em uma placa gráfica, o usuário deve ter no mínimo uma placa de última geração — em placas de desempenho intermediário pode ser um desperdício. A instalação em placas de vídeo é relativamente simples, mas nem todos os sistemas de refrigeração vêm prontos para refrigerar placas gráficas.
Sistema preparado para refrigerar placas de vídeo, CPU e chipset
Aqueles que são capazes de resfriar mais de um componente vêm acompanhados de adaptadores e mais tubos. Normalmente, estes sistemas são ideais para resfriar múltiplas placas e conseguem, inclusive, refrigerar o chipset da placa mãe.
Normalmente, chips que necessitam de resfriamento vêm acompanhados de um cooler, mas com a utilização de um sistema à base de líquido, a temperatura fica mais baixa e, consequentemente, tende a aumentar a estabilidade, abrindo espaço para overclocks. Claro que, sistemas como estes são ainda mais caros, pois exigem mais de um radiador, reservatório de alta capacidade e bombas integradas para cada componente.

Ainda mais gelado!

Para algumas situações, o sistema de refrigeração a líquido — que utiliza um fluido à base d’água — não é suficiente.  Nestes casos, os entusiastas apelam para o resfriamento com nitrogênio líquido. Para este tipo de atividade, não existe um produto comercial específico, pois as fabricantes de processadores não planejam que uma CPU opere na frequência de 8,2 GHz.
Screenshot comprovando o atual recorde de overclock
Como você bem deve saber, este processo de elevação na “velocidade” (em teoria a velocidade aumenta, mas o clock da CPU é que tem seu valor modificado) do processador é conhecido como overclock e só é realizado por experts no assunto.  No caso do atual recordista, a frequência de um Celeron foi alterada de 3,2 GHz para 8,2 GHz. Como isto representa mais do que o dobro de operações suportadas, fica evidente que a CPU vai esquentar acima do normal.
E para esfriá-la, somente com uma solução capaz de atingir temperaturas negativas. No caso do nitrogênio, é possível manter a temperatura abaixo de -100 oC, mas por não haver um equipamento apropriado, os entusiastas precisam adaptar um tubo em cima do processador e derramar o nitrogênio aos poucos para que a CPU esfrie rapidamente e não corra o risco de queimar.
Sistema improvisado para esfriar a CPU com nitrogênio líquido
Você possui um computador com sistema de refrigeração a líquido? Já viu algum computador que precisasse de nitrogênio para funcionar? Compartilhe seus comentários e experiências.

Super Nintendo: 20 anos de glória!

Para quem ainda não sabe, SNES significa Super Nintendo Entertainment System. O console foi lançado em 1991 e vendeu mais de prodigiosos 46 milhões de unidades ao redor do mundo inteiro. Agora, prepare-se para conhecer a história desse colosso dos video games.

Há muito tempo atrás...

Tudo começou com a companhia Nintendo vendendo “Hanafuda”, jogos japoneses simples de cartas. O sucesso foi tão estrondoso que a empresa teve que aumentar a produção e construir novas fábricas.  Até que em certo ponto da história, para a alegria do mundo dos games, foi lançado o primeiro console da marca: o NES (Nintendo Entertainment System, Famicom no Oriente).
A plataforma também ficou conhecida como “Nintendinho” aqui no Brasil e a empresa não pretendia produzir sucessores, até quando a grande concorrente da “Big N”, a SEGA, resolveu lançar sua plataforma de 16 bits: o Genesis/Mega Drive. Essa razão levou a Nintendo prontamente a produzir um rival à altura, e foi assim que surgiu o Super Nintendo Entertainment System.
A primeira grande guerra dos consoles estava lançada. Até os dias atuais, a comparação entre SNES e Mega é muitíssimo controversa.

O impacto mundial e o poder do SNES

Os mais jovens podem não ter possuído ou mesmo jogado a plataforma da “Big N”, mas certamente já ouviram muitas menções ao nome, tão popular no planeta inteiro.
O "nintendinho" (Fonte da imagem: ChronicGames)
No Japão, a máquina de diversão foi lançada um ano antes da versão americana, com o nome de Super Famicom. Nos tempos de glória do video game, não era incomum encontrar na casa de algumas pessoas periféricos usados no SNES, como o famoso “controle turbo”, com a logomarca japonesa inscrita.
Os britânicos também tiveram a sua própria versão do aparelho, que foi lançada em junho de 1992. O console europeu era muito mais parecido com o Super Famicom do que com o modelo americano, inclusive pelas cores dos botões do joystick.
Os "Nintendos" (Fonte da imagem: ChronicGames)
Alguns anos mais tarde, já com o sucesso consolidado, foi lançada uma versão menor do console, batizada de Slim. O video game diminuiu um pouco de tamanho, com a mesma coloração do americano, porém com os botões de liga/desliga e reset em posições diferentes.

O primeiro Highlander dos games

Para se ter uma ideia do poder e da influência desse console, mesmo depois que os periféricos com o dobro da capacidade de processamento gráfico, o Super Nintendo continuou sendo produzido e manteve-se bem posicionado no mercado mundial de vendas. A Nintendo of America não parou de fabricar o aparelho de 16 bits até o ano de 1999. No Japão, o prodígio foi maior ainda: o SNES só deixou de ser fabricado em setembro de 2003.
Uma curiosidade muito especial é que em determinada época, quando a SEGA lançou o SEGA CD, a Nintendo firmou uma forte parceria com a Sony. O intuito dessa união era o desenvolvimento de um anexo ao SNES que lesse CDs, rivalizando com o console “tecnológico” da empresa do porco-espinho azul. O projeto, que acabou por ser infrutífero para a “Big N”, era chamado de PlayStation. Qualquer semelhança não é mera coincidência...

Referência em joystick

Controle do SNES (Fonte da imagem: Destructoid/chrissglass)
O joystick consistia em um direcional analógico controlado pela mão esquerda e no lado direito os botões X, B, A e Y, dispostos em formato de cruz. Nas extremidades superiores, bem ao alcance dos dedos indicadores, os bumpers R (right, direita) e L (left, esquerda). Estão aí os controladores como todos nós conhecemos e mais gostamos até hoje.
A própria “Big N” inovou alguns anos mais tarde com o Wii e seus controles duplos e separados. Porém, o padrão até hoje é o mesmo. Desde PlayStation, passando por Xbox e DreamCast, todos os consoles têm um controlador baseado no design de SNES. Principalmente ao que se refere aos botões L e R e “gatilhos”.

Bigodes e encanamentos

Como falar de Super Nintendo sem mencionar o encanador bigodudo? A princípio, Super Mario All-Stars era o cartucho que vinha junto com os aparelhos recém-adquiridos. Mais tarde foi Super Mario World que ocupou o lugar oficial de primeiro jogo do console.
Super Mario World (Fonte da imagem: Reprodução/ Super Mario World)
Já a versão Slim da plataforma trazia consigo Super Mario World 2: Yoshis Island. E não é só por acompanharem os consoles que os irmãos italianos forjaram seus nomes na história. Mario acabou por se tornar a mascote da Nintendo, encabeçando tudo que fosse referente à marca.

Lista de jogos bons

Você já deve ter cansado de ouvir: “nossa, tal console tem uma lista de jogos bons”. Mas na hora de listar mesmo, acabam saindo sempre os mesmos seis ou sete games mais típicos. Isso acontece, geralmente, porque ninguém nunca se lembra dos nomes na hora, ou porque acabam discutindo sobre a relevância de cada sugestão.


O Super Nintendo conseguiu, de alguma maneira desconhecida, que uma quantidade absurda de jogos fosse considerada boa pela crítica e público. Até os games ruins do SNES deixam saudade. Em todo caso, para provar que é fácil fazer um apanhado de títulos excelentes, aí vai:
  • The Lion King
  • Rock N Roll Racing
  • Super Mario RPG: Legend of the Seven Stars
  • Final Fight
  • NBA Jam
  • Breath of Fire
  • Harvest Moon
  • Super Star Soccer
  • Blackthorne
  • Flashback: The Quest for Identity
  • Pilotwings
  • Super Metroid
  • Contra III: The Alien Wars
  • Ogre Battle: March of the Black Queen
  • Super Castlevania IV
  • Kirby Super Star
  • Secret of Mana
  • Toy Story
  • Super Mario World
  • The Legend of the Mystical Ninja
  • E.V.O.: Search for Eden
  • F-Zero
  • Star Fox
  • Super Star Wars
  • Pocky & Rocky
  • Illusion of Gaia
  • Earthworm Jim
  • The Lost Vikings
  • Shadowrun
  • Final Fantasy IV
  • Final Fantasy VI
  • Out of This World
  • The Magical Quest Starring Mickey Mouse
  • Gradius III
  • Demon’s Crest
  • EarthBound
  • Stunt Race FX
  • Lemmings
  • Soul Blazer
  • Lufia & the Fortress of Doom
  • Kirby’s Dream Course
  • Vegas Stakes
  • Super Ghouls n Ghosts
  • Secret of Evermore
  • On the Ball
  • Super Punch Out!!
  • Mickey Mania: The Timeless Adventures of Mickey Mouse
  • SimCity
  • R-Type III: The Third Lightning
  • Cool Spot
  • Killer Instinct
  • Aladdin
  • Mega Man X
  • Indiana Jones’ Greatest Adventures
  • Axelay
  • Super Street Fighter II: The New Challengers
  • Zombies Ate My Neighbors

Super Nintendo - o melhor!

Super Nintendo (Fonte da imagem: Racketboy)
O aniversário de 20 anos de um dos melhores e mais queridos consoles de todo o mundo não podia mesmo passar esquecido. Como atingir tamanho sucesso? Confira os itens elencados em ordem de importância:
  • Uma lista incomparável de título, tanto em quantidade quanto em qualidade;
  • A maior lista de RPGs da história;
  • O sistema operacional reproduzia com muita exatidão o que era jogado nos fliperamas;
  • O hardware do console é extremamente resistente e durável;
  • Na sua época de glória, o SNES teve gráficos e capacidade de processamento de vanguarda, em relação à sua própria CPU;
  • O sistema de áudio é quase independente do resto das funcionalidades, permitindo trilhas sonoras memoráveis (até hoje);
  • Os games que precisavam de mais poder de processamento gráfico, simplesmente recebiam um chip interno. (como o chip Super FX em Star Fox).

Equipe Baixaki Jogos

Os games de SNES que marcaram o Baixaki Jogos

  • Carlos Eduardo Ferreira:  The Legend of Zelda: A Link to the Past
The Legend of Zelda: A Link to the Past (Fonte da imagem: Wikipedia)
Motivo: Reconheço que o eterno e atemporal Link conta com aventuras bem mais novas e tecnicamente evoluídas. Mas A Link to the Past foi realmente um jogo que me marcou bastante... além de trazer o primeiro motivo razoável para aprender inglês. Uma trama ótima e bem amarrada, batalhas em tempo real (nada de turnos!) e dúzias de objetivos paralelos e armas para se correr atrás. Um épico que certamente marcou uma geração.
  • Felipe Demartini: Donkey Kong Country
Donkey Kong Country (Fonte da imagem: Wikipedia)
Acho que esse foi o jogo com que eu mais me diverti desde o lançamento de Super Mario 3. Os gráficos também eram bem inovadores para época, e a grande quantidade de coisas pra fazer nas fases e de itens para pegar fazia com que eu quisesse jogar sem parar. Eu não tinha o cartucho, então dei muito dinheiro para a locadora perto da minha casa para terminar o DK.
  • Carlos Augusto: Chrono Trigger
Chrono Trigger (Fonte da imagem: Mundo Detonado)
Motivo: Bem, desde que o joguei pela primeira vez me apaixonei pelo jogo. Como fã de quadrinhos, mangás e animes, o traço e o tom da trama logo me chamaram a atenção — mesmo porque o mangaká Akira Toriyama, pai do Goku e sua turma, é quem assina a arte do jogo. Entretanto, é muito difícil escolher apenas um game. Como deixar de lado títulos como Shadowrun e Rock N Roll Racing? No final, fica apenas a lembrança de um console maravilhoso que mudou para sempre a história dos video games.
  • Durval Ramos: Mighty Morphin Power Rangers: The Movie

Então, falar que Mario, Zelda, Donkey Kong e Chrono Trigger são os melhores jogos do SNES é falar o óbvio. Porém, além desses, um jogo que me marcou muito foi o Mighty Morphin Power Rangers: The Movie. Primeiro porque o game saiu bem na época que o seriado estourou no Brasil e o deixou ainda mais popular, e depois porque ele ainda é uma das melhores adaptações de filmes lançadas até hoje (até porque não tem quase nada relacionado ao filme). Além disso, ele tinha uma trilha sonora muito boa e a jogabilidade era bem simples e funcional, o que deixava a molecada bem empolgada na época. Sem contar que a animação da hora de morfar, era muito legal e fiel à série, o que ajudou a marcar o jogo na memória.
  • Gabriel Soto Bello: Goof Troop
Goof Troop (Fonte da imagem: Snes-classics)
É praticamente impossível escolher apenas um jogo favorito do Super Nintendo, já que a plataforma abriga tantos clássicos. Mas, sem dúvidas, Goof Troop é um dos games  com os quais mais me diverti jogando. A obra de Shinji Mikami, que mais tarde criaria a série Resident Evil, trazia um dos multiplayers mais bacanas da época, com trabalho em equipe e muita bagunça, o que rendia muitas risadas!
  • Gustavo Bonato Abrão: Mario Kart
Mario Kart (Fonte da imagem: Velocidade.org)
Mario Kart marcou minha vida porque a galera sempre se reunia para tentar abrir ouro nos campeonatos em 150 cc na casa dos amigos. Eu fui um dos últimos a ter o SNES, por isso ficava imaginando como seria legal praticar quando eu ganhasse o meu console. Meu pai foi para o Paraguai e me trouxe uma versão em japonês toda zoada. Enquanto a galera jogava o certo, lá estava eu tentando entender o japonês zoado, com umas pistas a mais e todo bugado. O dia que consegui a versão original foi uma das maiores alegrias da vida!
  • Cássio Barbosa: Teenage Mutant Ninja Turtles IV: Turtles in Time

Eu nunca tive um Super Nintendo; fiz parte da turma que escolheu o ouriço azul. Ainda assim, me diverti muito na casa de amigos que escolheram o console da “Big N”, sendo que o game que mais me fez ter inveja deles era Turtles in Time. Não só porque era estrelado pelos meus personagens favoritos, mas também porque era muito agradável tanto visualmente quanto em sua jogabilidade multiplayer.
  • Ricardo Fadel: True Lies

Trata-se de um jogo que não possui aspectos excepcionais, mas é capaz de divertir de uma forma bastante empolgante. True Lies, baseado no longa-metragem de 1994 com Arnold Schwarzenegger e Jamie Lee Curtis, é muito desafiador e exige que o gamer fique atento à tela a todo o momento. Encarnar o famoso ator de Hollywood não é uma tarefa fácil, pois as peripécias do ex-governador da Califórnia são possíveis apenas em filmes, não é mesmo? De qualquer maneira, eis um título que consegue divertir com praticidade e doses espantosas de ação  até mesmo quem nunca teve um SNES, como eu.
  • Maurício Tadra: Mortal Kombat 3
Mortal Kombat 3 (Fonte da imagem: Tsunamibr)
Sinceramente sempre fui muito dividido entre o Mega Drive e o Super Nintendo. Comecei com o console da SEGA, até que em certo ponto troquei-o pelo Super Nintendo com meu primo. Então, posso dizer que isso mudou desde que comprei o cartucho de Mortal Kombat 3. Depois, foi só descobrir os códigos para desabilitar a defesa dos personagens e fatalities com um botão só, que tudo começou a fazer mais sentido. MK, para mim, é o segundo melhor jogo de luta já feito até hoje, e foi coroado com o Ultimate Mortal Kombat 3.
  • Edelson Werlish: Bubsy in: Claws Encounters of the Furred Kind
Bubsy in: Claws Encounters of the Furred Kind (Fonte da imagem: CoolRom)
Enquanto todo mundo que eu conhecia tinha um Super Nintendo  com Super Mario World, eu era o garoto diferente do bairro, pois o meu video game veio com Bubsy. Ainda assim, gosto do que aconteceu comigo, afinal Bubsy era um ótimo jogo de plataforma do qual poucas pessoas  se lembram hoje. Enquanto isso, Super Mario World continua um jogo muito acessível até hoje.
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E você? Qual foi o jogo de Super Nintendo que marcou sua vida? Não deixe comentar e não esqueça de explicar o porquê ele foi tão especial para você!
Via Baixaki Jogos

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/nintendo/13028-super-nintendo-20-anos-de-gloria-.htm#ixzzG2lmTHQgT

30 de ago. de 2011

Gabinete Xpressar usa compressor de geladeira de verdade



Gabinete Xpressar usa compressor de geladeira de verdade


Para o alto e avante no jogo  de redução de temperatura dos amantes de overclocking: os doutores malucos em refrigeração da Thermaltake  lançaram agora o que eles dizem ser o primeiro gabinete a apresentar um sistema incorporado de refrigeração de micro por inversão de corrente contínua, o que vai além das montagens convencionais de refrigeração líquida usando o mesmo tipo de sistema de refrigeração por compressor/condensador encontrado em um refrigerador ou ar condicionado no seu gabinete de PC.

A Thermaltake diz que o Xpressar refrigera 20ºC a mais que sistemas de refrigeração líquida que não apresentam um compressor de geladeira de verdade. Mas, como você sabe, a sua geladeira tende a fazer muito barulho e consumir muita energia (o compressor Xpressar tem 50W nominais), então dá pra assumir que esta montagem não é das mais práticas. E a tubulação insana necessária significa que apenas algumas placas-mãe ATX ou mini-ATX seriam suportadas, mas a praticidade